Na cadeia, presidente do comitê olímpico dorme em colchões que eram de atletas
06/10/2017 – 09h05
Marcus Marinho
A sina olímpica continua a perseguir o presidente do comitê brasileiro dos jogos, Carlos Arthur Nuzman. Ele está preso, acusado de intermediar o pagamento de propina para o Rio sediar as competições do ano passado. Na cadeia, ele tem que dormir em colchões que foram usados pelos atletas que se hospedaram na Vila Olímpica. Nas redes sociais, ele foi alvo de chacota. Internautas estão replicando a frase “Nuzman começou no vôlei e terminou no xadrez”.
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No início do ano, a cadeia de Benfica, na zona norte do Rio, foi reformada para receber os presos com curso superior da operação Lava-Jato – e de quebra, acabou ficando com os colchões olímpicos. Nesta penitenciária, também estão o ex-governador Sérgio Cabral, e o ex-secretário de saúde Sérgio Côrtes.

